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Na origem da Igreja está a experiência de Jesus Ressuscitado. Sem ressurreição, os discípulos teriam sido absorvidos pelas mesmas preocupações que tinham antes de conhecer o Mestre. O apóstolo Pedro lembra ao povo o que Davi dissera: “Ele não foi abandonado na região dos mortos, e sua carne não conheceu a corrupção”. Sem ressurreição, os apóstolos não teriam o que anunciar. Por isso não é de estranhar que alguns procurem desvalorizar a ressurreição ou inventar outra coisa para confundir. Os guardas do sepulcro ficaram assustados. Os chefes dos sacerdotes reagiram com mentiras. Para prender o Mestre, haviam pago trinta moedas; para calar os guardas, pagaram uma vultosa quantia. Porém nada consegue destruir o grande argumento que são os cristãos de todos os tempos: eles são as testemunhas vivas da ressurreição. A maior prova é a mudança que acontece nas pessoas. Cristo só se revela a quem é aberto ao amor e à fé. As mulheres, surpreendidas e alegres por encontrarem novamente o Mestre, são encarregadas de anunciar a grande notícia aos demais discípulos. Como testemunhas da ressurreição de Cristo, nós somos enviados por ele em missão para viver e pregar o Evangelho. O anúncio da fé cristã é missão de todo o batizado. Nosso compromisso é anunciar não apenas com palavras, mas principalmente com ações. O verdadeiro evangelizador é aquele que vive aquilo que prega, ou seja, ele anuncia com a própria vida, expressão da sua fé. Assim acontece o encontro com o Ressuscitado. |
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